As empresas familiares geralmente se mostram reticentes à idéia de ter um executivo não familiar na liderança de seus negócios. Pesquisas internacionais apontam que apenas 12% das empresas de controle familiar adotam esta prática. Acreditamos que no Brasil este percentual não seja muito diferente. Normalmente, tal resistência é justificada por fatores como: sensação de perda de poder pelos controladores, dúvida sobre a lealdade do profissional não familiar comparada à de um membro da família, enxergar o profissional não familiar como custo e não investimento, e até o receio de frustar membros da nova geração que possam almejar a posição.

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