UBS vai às compras para gerir mais fortunas

 

O banco suíço agora está indo às compras para em três anos quadruplicar os R$ 5,5 bilhões que tem hoje sob sua gestão no país.

O banco agora está indo às compras para em três anos quadruplicar os R$ 5,5 bilhões que tem hoje sob sua gestão no País.

Quando o banco suíço UBS comprou, neste ano, a corretora Link, em fevereiro, e três meses depois anunciou que sua nova comandante no Brasil seria Sylvia Coutinho, egressa da área de varejo e gestão de fortunas do HSBC, o mercado claramente vislumbrou que a guinada mundial do banco para a área de gestão de fortunas também se concretizaria aqui. E não errou.

O chefe global da área de gestão de fortunas do banco (wealth management) para mercados emergentes, Paul Raphael. diz que o UBS tem uma estratégia global muito clara, focada em ser líder em wealth management. E o crescimento dessa área virá dos mercados emergentes, diz Raphael.

No Brasil, queremos ser quatro vezes maiores em três anos. Isso se dará por crescimento orgânico e aquisições.

Os milionários dos mercados emergentes ganharam especial atenção no banco suíço desde o início da crise econômica financeira global, em 2008. De lá para cá, mesmo com o mundo em crise, o número de milionários no mundo dobrou, segundo o executivo, e 85% deles vieram dos emergentes.

No Brasil, basta olhar os números da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) para comprovar esse crescimento. Em 2009, o volume de ativos da área chamada de private banking era de R$ 291 bilhões.

Os números de setembro deste ano registram agora R$ 564 bilhões. Com seu atual portfólio no Brasil, entretanto, o banco não tem mais que 1% do mercado brasileiro.

Fonte: exame.abril.com.br – Josette Goulart do OESP – 02/12/2013

Equipe de redação da Une Consultoria.

Quer receber conteúdo da Une Consultoria - Sucessão | Governança ?

Cadastre seu contato aqui!

Mais sobre o nosso blog

Comentários...