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O assunto costuma ser evitado o máximo possível no meio da maioria das empresas familiares do Brasil: o processo de sucessão e continuidade. E isso, segundo a Une Consultoria, ocorre mesmo dentre aquelas que atualmente têm procurado ampliar o conhecimento sobre o tema, por meio da participação em seminários especializados, tanto no Brasil quanto no exterior.

Em pesquisa de abrangência nacional realizada com mais de 150 famílias empresárias, nota-se que um pouco mais da metade delas, 54%, sequer deu início ao planejamento da sucessão e continuidade, relata a empresa de consultoria.

Outro aspecto revelado pela pesquisa e que requer muita atenção, é o fato que 71% dos líderes destas empresas pesquisadas encontram-se numa faixa etária superior a 51 anos. Segundo o consultor Rogério Faé Rodrigues, embora não haja uma idade limite para se fazer a passagem de bastão, casos bem sucedidos indicam que quanto mais cedo se iniciar, pelo menos o planejamento, melhor. Isso por que, quanto mais tarde o início, menos tempo de convivência conjunta entre sucedidos e sucessores haverá.

A nova geração terá menos tempo para aprender muito daquilo que será essencial para a transição.“Vale ainda considerar que, se apenas um terço das empresas familiares consegue ultrapassar da 1ª para a 2ª geração, as chances de fazer parte desta minoria devem aumentar signi?cativamente quando se faz o processo de transição com o envolvimento do fundador – ou da geração anterior. Porém, aqui vale um alerta. As participações do fundador e do sucessor – ou sucessores – não bastam. A partir da 2ª geração, as empresas familiares vivem um fenômeno crítico: a mudança do modelo individual para o coletivo”, diz ele.

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